Aprenda a fazer seu próprio Telhado Verde

Ambientalistas em rede

Um telhado verde é uma alternativa viável e sustentável perante os telhados e lajes tradicionais, porque facilita o gerenciamento de grandes cargas de águas pluviais, melhoria térmica, serviços ambientais e novas áreas de lazer. O telhado verde proporciona também um ambiente muito mais fresco do que outros telhados, mantendo o edifício protegido de temperaturas extremas, especialmente no verão, reduzindo em até 3°C. Em ambientes extremamente artificiais como o urbano, promovem o reequilibrio ambiental, trazendo os benefícios da vegetação para a saúde pública e a biodiversidade, quando com plantas nativas do local. Às vezes, telhados verdes contam com painéis solares que reduzem o consumo de energia elétrica.

Melhora as condições termoacústicas da edificação, tanto no inverno como no verão. Estudos de bioclimatismo indicam que, com o uso de coberturas vivas, seja possível melhorar em 30% as condições térmicas no interior da edificação, sem recorrer a sistemas de climatização ou ar-condicionado artificiais.

O teto…

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Agroecologia – Histórico e Conceitos

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Agroecologia – Histórico e Conceitos

Alessander Von Wagner Fagundes

Agroecologia, quanto ciência, surge na América-Latina na década de 1980, partindo dos acúmulos das diversas tendencias até então conhecidas como “Agriculturas Alternativas”, como exemplo na Alemanha a Agricultura Biodinâmica, Inglaterra a Agricultura Orgânica, no Japão a Agricultura Natural, entre outras. Na realidade, eram filosofias, técnicas, conceitos e princípios, que surgiram no início do século XX em resposta ao modelo de desenvolvimento que estava se estabelecendo. Após a II Guerra Mundial, com a promessa de resolver os problemas da fome no mundo, ocorre a “Revolução Verde”, um processo sucateamento das tecnologias bélicas para uso massivo na agricultura, como o caso da mecanização e utilização de insumos químicos.

No Brasil, por exemplo, na década de 1960, surge o Sistema Nacional de Crédito Rural (SNCR), o governo financiava as atividades agrícolas, porém, para obter o crédito, o agricultor deveria se comprometer em adequar seu sistema de produção aos “Pacotes Tecnológicos”, parte do crédito estava comprometido para compra de “Insumos Modernos”, e orgão de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural estavam voltados a implementação dessas tecnologias. Paralelo a esse processo, os sistemas de comunicação, transporte, alimentação, educação e saúde estavam passando por um processo semelhante, instalando assim um mecanismo onde são completas as dependências de como o sistema capitalista para manutenção da vida humana.

Num enfoque sistêmicos, as “Agriculturas Sustentáveis” não conseguiram dar as respostas para os problemas sócio-ambientais que vinham se acumulando.

A “Agroecologia é uma ciência para o futuro sustentável”. Isto porque, ao contrário das formas compartimentadas de ver e estudar a realidade, ou dos modos isolacionistas das ciências convencionais, baseadas no paradigma cartesiano, a Agroecologia integra e articula conhecimentos de diferentes ciências, assim como o saber popular, permitindo tanto a compreensão, análise e crítica do atual modelo do desenvolvimento e de agricultura industrial, como o desenho de novas estratégias para o desenvolvimento rural e de estilos de agriculturas sustentáveis, desde uma abordagem transdisciplinar e holística. Representa um poderoso instrumento de ruptura com a tradição reducionista na qual se baseia a ciência moderna, principalmente pela sua proposta de transdicisplinaridade, por incorporar a complexidade, a dúvida e a incerteza, além de validar também os saberes tradicionais e cotidianos.

Também não se pode pensar em Agroecologia como “ciência neutra”, já que há em suas pesquisas e aplicações claro posicionamento político. Ela se coloca como ciência comprometida e a serviço das demandas populares, em busca de um desenvolvimento que traga soluções sustentáveis para os diversos problemas hoje enfrentados na cidade e no campo.

Contrapõe o modelo de desenvolvimento, ao agronegócio, as transnacionais, questionando suas tecnologias, e integra várias áreas do conhecimento para elaborar propostas para o desenvolvimento sustentável. Vem sendo uma importante ferramenta para os movimentos sociais, como exemplo as Jornadas de Agroecologia, realizadas desde 2002 no estado Paraná pela Via Campesinas, criação das Escolas Latino Americana de Agroecologia, uma no assentamento do Contestado/MST, município da Lapa, Paraná e outra na Venezuela, no movimento estudantil, a Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil (FEAB) e a Associação Brasileira dos Estudantes de Engenharia Florestal (ABEEF) possuem núcleos específicos para discutir o tema, além dos inúmeros grupos, institutos, ONG’s e associações que estão se organizando para construir a Agroecologia.

 

 

Fonte: http://feab.wordpress.com/agroecologia/;

Entre os dias 18 à 20 de abril estará acontecendo o 3º Seminário Nacional de Formação Camponesa, e entre os dia 20 à 22 a 5º Festa Nacional das Sementes Criolas, na cidade de Anchieta-SC.

ESTÁGIO DE VIVÊNCIA

Os universitários da UFERSA interessados em participar do Estágio Interdisciplinar de Vivência têm até o próximo dia 9 de dezembro para efetuar a inscrição. O estágio é aberto para estudantes de qualquer curso de graduação. As inscrições estão sendo feitas pelo site: www.caagronomiaufersa.webnode.com.br . Este ano, estão sendo oferecidas 40 vagas para estudantes da UFERSA, UFERN e UERN.

O Estágio Interdisciplinar de Vivência é uma ação organizada pelo movimento estudantil em parceria com diversas entidades e movimentos sociais. O estágio tem por objetivo proporcionar para o universitário um período de intensa vivência com uma realidade diferente da qual está acostumado. O Estado de Vivência representa hoje um importante processo de reflexão e elaboração crítica dos objetivos para a Universidade, numa valorização do diálogo com a Sociedade, repensando as condições de intervenção sobre a realidade.

O Estágio de Vivência acontece em três momentos distintos. O primeiro é a preparação que compreende três dias, com o debate das temáticas envolvido a questão agrária, agricultura familiar, entre outros. O segundo momento compreende a vivência propriamente dita, com a participação do universitário num assentamento rural durante sete dias, praticando as ações que fazem parte do cotidiano da família. E o terceiro será com a avaliação. Nesse último momento será realizada a socialização das experiências vivenciadas pelos estagiários e as lições apreendidas com a experiência.

Fonte: UFERSA

Estágio Interdisciplinar de Vivência – RN

VI ESTÁGIO INTERDISCIPLINAR DE VIVÊNCIA E INTERVENÇÃO

Convidamos você a participar de uma experiência de formação política envolvendo estudantes, militantes e trabalhadoras e trabalhadores doMovimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), compreendendo estudo, vivência e intervenções problematizadoras com a comunidade.
Trata-se de entender a luta de classes se inserindo nela em uma perspectiva transformadora.
O EIVI ocorrerá de 09 a 28 de janeiro de 2012, em Assentamentos e Acampamentos do MST no Recôncavo Baiano.
PÚBLICO ALVO:
Estudantes e Militantes interessados em conhecer a realidade dos trabalhadores rurais, através do estudo e da prática, e atuar numa perspectiva transformadora.
COMO PARTICIPAR? 
Mande um e-mail para eivibahia@gmail.com – Será enviada uma ficha de inscrição, além de mais informações e esclarecimentos de eventuais dúvidas.
Inscrições até 06 de dezembro de 2012
CONTATOS: Davi (71 8787-2618) Caio (71 8612-8559)
 Débora (71 88197510) Felipe (71 9262-3738)

REALIZAÇÃO:
NEPPA 
Núcleo de Estudos e Práticas em Políticas Agrárias
Assista ao vídeo de divulgação de 2011!  http://www.youtube.com/watch?v=jjExPL3yjns

Favor divulgar para as listas dos cursos.

Cisterna calçadão melhora capacidade de produção orgânica de agricultor em Pedra Lavrada

Um conjunto de ações implementadas na unidade rural do agricultor familiar Francisco Vital Batista, Chico Cassemiro(foto), residente na comunidade Canoa de Dentro de Pedra Lavrada vem fazendo com que a família se torne cada vez mais produtiva e da produção transformada ofertem mais qualidade na alimentação da família, ao mercado de consumo local e nos Programas governamentais como PAA, Programa de Aquisição de Alimentos e PNAE, Programa Nacional de Alimentação Escolar.

Visitado pelo equipe Stúdio Rural, Chico Cassimiro conta que importantes mudanças estão acontecendo naquela região do Curimataú paraibano e usa como exemplo a experiência dele e da família que vem implementando diversas ações na propriedade o que tem …  Clique e leia.

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Olha nós no…

e no…

Paraibanês

Paraibano não fica solteiro... ele fica solto na bagaceira!
Paraibano não vai com sede ao pote... ele vai com a bixiga taboca!
Paraibano não vai embora... ele vai pegá o beco!
Paraibano não diz 'concordo com vc' ... ele diz 'Né isso, homi!!!!'
Paraibano não conserta... ele Imenda!
Paraibano não bate... ele 'senta-le'a mãozada!
Paraibano não sai pra confusão... ele sai pro 'muído'!
Paraibano não bebe um drink... ele toma uma!
Paraibano não é sortudo... ele é cagado!
Paraibano não corre... ele dá uma carrera!
Paraibano não brinca... ele manga!
não toma água com açúcar... ele toma garapa!
não engana... ele dá um migué!
não percebe... ele dá fé
não vigia as coisas... ele pastora!
não sai apressado... ele sai desembestado!
não aperta... ele arroxa!
não usa zíper... usa 'riri'!
não dá volta... ele arrudêia!
não espera um minuto... ele espera um pedaço!
não é distraído... ele é avoado!
não fica encabulado... ele fica todo errado!
não passa a roupa... ele engoma a roupa!
não ouve barulho... ele ouve zuada!
não rega as plantas... ele 'agoa' as plantas
não é esperto... ele é desenrolado!
não é rico... ele é estribado!
não é homem... ele é macho !
não diz tu ouviste? , ele diz vice?
não diz vamos embora ele diz bora!
não grita de espanto ele diz oxe!
não se impressiona, só diz vôte!
não diz não, diz nã!

Ô orgulho réi besta!!!

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