Como seria seu mundo sustentável?

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AVATAR NO XINGU

UM CONFRONTO DESLEAL

Quem assistiu ao filme, não esquece os nativos de três metros de altura, utilizando apenas arco e flecha, lutando contra equipamentos de alta performance tecnológicas de uma mineradora, para defender seu paraíso territorial. A ficção vira realidade na cidade de Altamira, Município do Interior do Pará, estado que faz parte da Amazônia legal Brasileira. Vários grupos indígenas saíram de suas reservas para lutar em favor de seus direitos, desde quatro de fevereiro deste ano, há exatamente sete dias eles estão sediados no “extinto” escritório da FUNAI – Fundação Nacional do Índio, entidade criada para ”defender” os interesse  da classe indígenas. Cerca de 230 indígenas representando nove etnias e 18 aldeias, buscam entendimento com o governo, para saber o porquê da extinção da administração local da FUNAI, que pretende transferir a ADM para a cidade de Santarém. A área de abrangência da regional de Altamira é de aproximadamente seis milhões de hectares, onde vivem mais de quatro mil indígenas, existem comunidades que se leva cerca de cinco dias de viagem para se chegar até a aldeia; se com uma ADM Regional em Altamira é difícil manter o atendimento e controle da exploração de terras indígenas, imaginem esta extensão territorial deixada á própria sorte. O que está por traz desta manobra, é o enfraquecimento do órgão para “preparar o terreno” para a construção da Unidade de Hidrelétrica de Belo Monte. Este processo vem sendo manipulado há mais de dois anos, quando Altamira foi alvo da intensa fiscalização de vários órgãos governamentais, fazendo a economia no município sofrer uma total interrupção na busca de atrair a adesão por “cabresto” para a instalação da AHE de Belo Monte.  Troca de administradores e funcionários da IBAMA – Instituto Brasileiro de Meio Ambiente, exoneração de funcionários com mais de 30 anos na defesa e preservação da cultura indígena da FUNAI, substituição dos Procuradores Públicos, outras medidas estão sendo articulada por parte do governo para enfraquecer o movimento indígena. Os índios estão sem provisão de alimentos, e não sabemos por quanto tempo irão suportar a pressão. Na cidade eles não tem como se manter sem a floresta. Os povos indígenas, XIPAIA, CURUAIA, XIKRIN DO BACAJÁ, PARAKANÃ, ARARA, ARAWETE, ASURINI DO XINGU, JURUNA  e KAYAPÓ KARARAÔ, estão travando um confronto desleal… o AVATAR, meus amigos é aqui.

Jaime Lisboa – Diretor do Museu do Indio do Pará


Assista ao vídeo:

E se sua casa encolhesse?

Vídeo muito bacana sobre mudanças climáticas.

Uma carta do ano de 2070

E-mail recebido pelo MAE do grupo [redeematerpb]…
O Dia Mundial do Meio Ambiente foi comemorado no dia 05 de junho, mas nunca é tarde para lembramos que podemos fazer algo pelo nosso planeta, antes que seja tarde demais. Um exemplo disso é essa carta fictícia (mas bem realista). Confiram e se conscientizem:
Ano 2070
Acabo de completar 50 anos, mas a minha aparência é de alguém de 85. Tenho sérios problemas renais porque bebo pouca água. Creio que me resta pouco tempo. Hoje sou uma das pessoas mais idosas nesta sociedade. Recordo quando tinha 5 anos. Tudo era muito diferente. Havia muitas árvores nos parques. As casas tinham bonitos jardins e eu podia desfrutar de um banho de chuveiro por aproximadamente uma hora. Agora usamos toalhas em azeite mineral para limpar a pele. Antes, todas as mulheres mostravam as suas formosas cabeleiras. Agora, raspamos a cabeça para mantê-la limpa sem água. Antes, meu pai lavava o carro com a água que saía de uma mangueira. Hoje os meninos não acreditam que utilizávamos a água dessa forma. Recordo que havia muitos anúncios que diziam para CUIDAR DA ÁGUA, só que ninguém lhes dava atenção. Pensávamos que a água jamais poderia terminar. Agora, todos os rios, barragens, lagoas e mantos aqüíferos estão irreversivelmente contaminados ou esgotados. Imensos desertos constituem a paisagem que nos rodeia por todos os lados. As infecções gastrointestinais, enfermidades da pele e das vias urinárias são as principais causas de morte. A indústria está paralisada e o desemprego é dramático. As fábricas dessalinizadoras são a principal fonte de emprego e pagam os empregados com água potável em vez de salário. Os assaltos por um litro de água são comuns nas ruas desertas. A comida é 80% sintética. Antes, a quantidade de água indicada como ideal para se beber era oito copos por dia, por pessoa adulta. Hoje só posso beber meio copo. A roupa é descartável, o que aumenta grandemente a quantidade de lixo. Tivemos que voltar a usar as fossas sépticas como no século passado porque a rede de esgoto não funciona mais por falta de água. A aparência da população é horrorosa: corpos desfalecidos, enrugados pela desidratação, cheios de chagas na pele pelos raios ultravioletas que já não têm a capa de ozônio que os filtrava na atmosfera. Com o ressecamento da pele, uma jovem de 20 anos parece ter 40. Os cientistas investigam, mas não há solução possível. Não se pode fabricar água, o oxigênio também está degradado por falta de árvores, o que diminuiu o coeficiente intelectual das novas gerações. Alterou-se a morfologia dos gametas de muitos indivíduos. Como conseqüência, há muitas crianças com insuficiências, mutações e deformações. O governo até nos cobra pelo ar que respiramos: 137 m3 por dia por habitante adulto. Quem não pode pagar é retirado das “zonas ventiladas”, que estão dotadas de gigantescos pulmões mecânicos que funcionam com energia solar. Não são de boa qualidade, mas se pode respirar. A idade média é de 35 anos. Em alguns países restam manchas de vegetação com o seu respectivo rio que é fortemente vigiado pelo exército. A água tornou-se um tesouro muito cobiçado, mais do que o ouro ou os diamantes. Aqui não há árvores porque quase nunca chove. E quando chega a ocorrer uma precipitação, é de chuva ácida. As estações do ano foram severamente transformadas pelas provas atômicas e pela poluição das indústrias do século XX. Advertiam que era preciso cuidar do meio ambiente, mas ninguém fez caso. Quando a minha filha me pede que lhe fale de quando era jovem, descrevo o quão bonito eram os bosques. Falo da chuva e das flores, do agradável que era tomar banho e poder pescar nos rios e barragens, beber toda a água que quisesse. O quanto nós éramos saudáveis! Ela pergunta-me: – Papai! Por que a água acabou? Então, sinto um nó na garganta! Não posso deixar de me sentir culpado porque pertenço à geração que acabou de destruir o meio ambiente, sem prestar atenção a tantos avisos. Agora, nossos filhos pagam um alto preço… Sinceramente, creio que a vida na Terra já não será possível dentro de muito pouco tempo porque a destruição do meio ambiente chegou a um ponto irreversível. Como gostaria de voltar atrás e fazer com que toda a humanidade compreendesse isto… enquanto ainda era possível fazer algo para salvar o nosso planeta Terra.

Olha nós no…

e no…

Paraibanês

Paraibano não fica solteiro... ele fica solto na bagaceira!
Paraibano não vai com sede ao pote... ele vai com a bixiga taboca!
Paraibano não vai embora... ele vai pegá o beco!
Paraibano não diz 'concordo com vc' ... ele diz 'Né isso, homi!!!!'
Paraibano não conserta... ele Imenda!
Paraibano não bate... ele 'senta-le'a mãozada!
Paraibano não sai pra confusão... ele sai pro 'muído'!
Paraibano não bebe um drink... ele toma uma!
Paraibano não é sortudo... ele é cagado!
Paraibano não corre... ele dá uma carrera!
Paraibano não brinca... ele manga!
não toma água com açúcar... ele toma garapa!
não engana... ele dá um migué!
não percebe... ele dá fé
não vigia as coisas... ele pastora!
não sai apressado... ele sai desembestado!
não aperta... ele arroxa!
não usa zíper... usa 'riri'!
não dá volta... ele arrudêia!
não espera um minuto... ele espera um pedaço!
não é distraído... ele é avoado!
não fica encabulado... ele fica todo errado!
não passa a roupa... ele engoma a roupa!
não ouve barulho... ele ouve zuada!
não rega as plantas... ele 'agoa' as plantas
não é esperto... ele é desenrolado!
não é rico... ele é estribado!
não é homem... ele é macho !
não diz tu ouviste? , ele diz vice?
não diz vamos embora ele diz bora!
não grita de espanto ele diz oxe!
não se impressiona, só diz vôte!
não diz não, diz nã!

Ô orgulho réi besta!!!

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